Qual é o significado das coisas que você faz? De quem você é? Do que te faz levantar todos os dias da cama?
Refletir sobre isso nos ajuda a reorientar a rota, quando necessário, mas, mais do que isso, nos leva a compreender o caminho que estamos seguindo e porque estamos seguindo em determinada direção ao invés de outra.
Ter essa consciência modifica a nossa relação com nossos afazeres e, sobretudo, com a gente mesmo, pois dá sentido a cada passo dado na construção da vida que sonhamos e de quem nós realmente desejamos ser.
Esta percepção nos leva a um maior engajamento em tudo o que fazemos, desde uma reeducação alimentar, passando pela prática de atividade física, até a mais complexa das atividades de trabalho.
Quando compreendemos o significado do mais simples ao mais complexo dos nossos atos, aqueles que têm sentido são fortalecidos, enquanto os que não têm são naturalmente descartados por estarem absorvendo uma energia que pode (edeve!) ser destinada a outros fins.
As coisas não mudam. Nós mudamos.
Henry David Thoreau
Enquanto não assumirmos a responsabilidade pelo que fazemos, assim como pelas consequências de cada escolha feita, com base no significado de cada alternativa, não seremos capazes de implementar as mudanças que são necessárias ao nosso cotidiano para a conquista dos objetivos almejados.
Quem é a pessoa que você deseja ser?
Você é a única pessoa capaz de impedir a construção dessa pessoa. Ao mesmo tempo em que também é a única pessoa capaz de torná-la real.
Como bem destacou Henry Ford, quer você pense que pode, quer você pense que não pode, você está certo dos dois jeitos.
Esta é, sim, uma simples questão de escolha que pode e deve ser motivada pelo significado que você percebe nas coisas. Para compreender isso é necessário saber qual é o seu propósito de vida.
Lembre-se do que disse Hal Elrod em O Milagre da Manhã:
Se você quer ir além do seu passado e transcender suas limitações, deve parar de viver a partir de seu espelho retrovisor e começar a imaginar uma vida de possibilidades ilimitadas. Aceite o paradigma: meu passado não é igual ao meu futuro.
Neste sentido, o céu é o limite para quem estiver disposto a superar as limitações autoimpostas. Vamos?
