quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Marcas Do Que Se Foi


Marcas Do Que Se Foi

The Fevers


Este ano quero paz no meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão

O tempo passa
E com ele caminhamos todos juntos
Sem parar
Nossos passos pelo chão
Vão Ficar

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Papai noel

Papai Noel dominou geral. Pensamentos e sentimentos. Apesar da falta de tempo, não há mal que não traga um bem, não é mesmo? Então. Possibilidade de reorganizar o que não deveria nem ter sido bagunçado. De observar aquilo que não consigo ver, mas que pessoas importantes revelam a partir de declarações que muitas vezes não cogitamos nem a possibilidade de transparecer.
Nada acontece por acaso. A convivência nos permite ver o que é possível ou não ter e fazer. Respeitar nossos limites e também os dos outros.  Apenas ver e ouvir. Ouvir mais, muito mais. Calar. Calar muito mais.
Existem momentos na vida em que precisamos parar e seguir o que diz nossa razão. Por mais emotivos que sejamos não dá para só seguir o coração, as emoções. Sim, eu sou emotiva, mas a cada dia aprendo o quanto é preciso persistir na busca pelo equilíbrio. Persistência acima de tudo. Mesmo que para manter o caminho reto seja necessário optar por atitudes mais radicais. Quem foi que disse que viver era fácil? Não é, mas também nãp é sofrimento. Viver é um eterno aprendizado. E eu gosto de estudar, de aprender, por mais difícil que seja, até porque se tem outra coisa que eu também gosto muito é de desafio.
O desafio diário é ser  feliz. O Papai Noel é um velhinho feliz e é isso o que quero ser...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Alicerce sólido

Acabei de chegar do niver do amigo. Apenas uma reuniaozinha com os mais próximos. Excelente oportunidade para relaxar, esquecer o estresse do dia, dos trabalhos, enfim... Mas o mais importante de momentos como esse é a oportunidade de estar em contato com minha essência, com meu verdadeiro eu. Sem máscaras, sem subterfúgios. Apenas eu. Simplesmente porque a amizade foi construída ao longo dos anos, tijolo a tijolo, em um alicerce sólido, que é capaz de suportar as mais diversas tempestades. Para isso, resta a cada um de nós respeitar os limites dos outros. Não, eu não quero perder nada disso. Não quero perder o contato com aqueles que amo verdadeiramente e que demonstram em cada oportunidade, seja na ausência ou na presença, o respeito, a consideração e a força da amizade que construímos juntos. Tudo isso é consequência de relações alicerçadas em valores e respeito.  Coisas básicas não precisam ser ditas. Elas simplesmente estão ali para serem respeitadas. É assim que acontece e assim continuará sendo. Esta sou eu...

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Em busca do equilíbrio

Preciso entender que nem sempre é possível entender. Humanos pensam. Mas também sentem. Hoje as amigas discutiam sobre os níveis de ansiedade de cada uma. O meu já foi bem pior. Já me tirou sono. Já me fez adoecer. Ele ainda existe, porém mais controlado. Tenho aprendido, a cada dia, a não alimentar sentimentos e emoções que não são benéficos para mim. Mais uma vez, mesmo que isso possa parecer egoísmo, tenho que agir de acordo com o meu bem-estar, em primeiro lugar. Não posso buscar o bem das pessoas que me rodeiam se eu não estiver bem.
Hoje tenho consciência disso. Nem sempre foi assim. Durmo tranquila por saber que o amanhã chegará e eu estarei bem. Mesmo que tenha que tomar atitudes mais radicais que garantam meu bem-estar. É assim que tem sido. É assim que tenho garantido que o hoje seja melhor que o ontem. Mais tranquilo. Mais sereno. Não adianta brigar com e por aquilo que não tenho controle. Meus pensamentos eu posso controlar. Os sentimentos não. A mim, só resta buscar o equilíbrio...

domingo, 13 de dezembro de 2009

Talvez...

Alguns dias se passaram desde o último post, assim como acontecimentos intensos, tensos e inesperados... Tenho tentado reorganizar os pensamentos e sentimentos, se é que em algum momento os tive organizados. Entender as razões de algumas coisas acontecerem sem nem mesmo jamais termos cogitado a possibilidade.
Acredito que as coisas acontecem em nossas vidas com algum propósito. Me nego a crer que elas simplesmente acontecem. Talvez já devessem ter acontecido, mas nunca demos espaço. Talvez só faltasse um empurrão. Ou não. Talvez só agora tivesse que acontecer. Talvez não devesse ter acontecido. Talvez. Talvez. Talvez. Talvez amanhã eu entenda. Talvez eu nem queira entender esta miscelânia de sentimentos que sempre existiram, porém de maneira totalmente inocente. Nem sei se vale a pena misturar...
O foco está em mim mesma e no meu trabalho. Como disse a amiga, temos que ser egoístas, por mais egoísta que isso possa parecer. Se não pensarmos em nós, quem vai pensar??? Egoísta demais? Talvez...