A dor é diferente, mas, como as lágrimas, persistente. A luz voltou a se fazer presente, com novo significado que ainda tento compreender. A vida segue o próprio rumo porque a morte transforma quem fica. Quem parte permanece nos laços construídos e aguça as semelhanças que fortalecem o vínculo. A separação física intensifica a presença e vivifica o que foi, é e sempre será real. E que sorte a nossa termos vivido uma relação real, pois só ela é capaz de sobreviver ao tempo, espaço e materialidade.
Sinto a falta do seu abraço e penso em você todos os dias. Esses são exemplos de coisas que o tempo não é capaz de mudar. Te amo, pai!
